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eduardomelnik

Respostas no Fórum

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  • em resposta a: tipo de berço e influência no bollard pull #3586
    eduardomelnik
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    Oi Fábio e Renato.
    Sim, vi a questão no material do TUP, achei que todas elas saiam do Quiz Engine.
    Aí vai ela em anexo

    • Esta resposta foi modificada 4 anos, 6 meses atrás por eduardomelnik.
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    em resposta a: slide 8.25 do TUG (cocha/trançado mais apertado) #3585
    eduardomelnik
    Participante

    Renato, e as demais afirmações? Uma cocha mais apertada não me parece que aumentaria a elasticidade, e sim que a diminuiria. Resistência menor e maior dificuldade para realizar costuras fazem sentido pra mim. Resistência à abrasão não faço ideia se seria melhor ou pior.

    em resposta a: Cristas e Cavados – carta sinótica #3584
    eduardomelnik
    Participante

    Otimoneiro, sei que a Flávia, que pelo que ouvi falar seria meio que a “pupila” do Valgas, em uma aula dela, teria dito algo sobre essa questão de cristas e cavados não ser bem assim como está no livro.
    De qualquer forma, acho que, pra efeitos de prova, basta decorar que crista é sempre pro polo, e cavado sempre pro equador, e ignorar qualquer imagem que aponte o contrário. Não creio que cobrariam qualquer tipo de interpretação que entrasse em conflito com isso.

    eduardomelnik
    Participante

    Obrigado pessoal! Achei meio esquisita essa interpretação (foi o que entendi também, por literalidade), mas então é isso mesmo =)

    em resposta a: Questões de TUG do Quiz #3528
    eduardomelnik
    Participante

    Opa, boa Study Pelipe! não tinha observado esse livro. Fui ver aqui e até tinha anotado nele que entendo que isso se dá porque no de um hélice a quilha ou parte de ré da embarcação vai atrapalhar o direcionamento do fluxo pelo leme de flanco (a descarga bate no casco e segue o fluxo conforme o casco permite), o que não ocorreria muito com o duplo eixo porque a descarga se daria em uma zona bem mais livre.
    Valeu

    em resposta a: Reverse Arrest Mode x Transverse Arrest Mode #3502
    eduardomelnik
    Participante

    Pirata, na última frase vc quis dizer “aplicar força de parada” e não “aplicar força de guinada” né?
    Eu entendo que não se vá usar o indirect arrest mode (ao menos regularmente ou preferencialmente) para produzir forças exclusivamente de parada, tendo em vista que o rebocador ficaria basicamente de través pro fluxo, o que levaria o centro de pressões para mais longe do ponto de reboque, aumentando o gasto de energia, e além disso sendo necessário um controle relativamente cuidadoso do mestre do rebocador, sendo que pro transverse ou reverse arrest só dando máquinas quieto o rebocador já vai ficar paradinho estabilizado na posição certa.

    • Esta resposta foi modificada 4 anos, 6 meses atrás por eduardomelnik.
    em resposta a: Reverse Arrest Mode x Transverse Arrest Mode #3498
    eduardomelnik
    Participante

    Entendo que no direct mode a linha de fé (a longitudinal) do rebocador está alinhada com o cabo de reboque, e no indirect mode não.
    Tanto o reverse arrest como o transverse arrest funcionam com a longitudinal do rebocador alinhada com o cabo de reboque, então é nessa posição (a do método direto) que tu vai aplicar o reverse ou o transverse.
    Se já tiver no indireto com alta velocidade fica lá mesmo que o bicho puxa bem, não vejo muito sentido em passar pro transverse arrest.
    Seria isso?

    em resposta a: Questões de TUG do Quiz #3486
    eduardomelnik
    Participante

    Renato, mas o ASD possui duas máquinas a ré, sua manobrabilidade e seu controle vai corresponder a um convencional duplo eixo. A frase “Um convencional duplo eixo pode operar como um convencional de um eixo” eu já acharia esquisita (e teria que ser considerada verdadeira pra essa assertiva estar correta).
    Mas aí entra muito de interpretação né não de entendimento de conteúdo, algo que pode ser considerado certo ou errado dependendo da viagem que cada um faz em torno da frase.

    • Esta resposta foi modificada 4 anos, 6 meses atrás por eduardomelnik.
    eduardomelnik
    Participante

    Acho que entendi (limitando o “é bom / não é bom” para o quesito “capacidade de gerar tração no cabo de reboque”).
    Em ambos os casos, estamos reduzindo CT, o que melhora esse quesito, mas no caso citado do trator (aproximar T do C) o livro considera que se possa aproximar demais e gerar risco de emborcamento, e no caso do ASD/trator-reverso (aproximar C do T) nunca vai aproximar a ponto de gerar esse problema porque pra isso só desenhando um rebocador com um skeg saindo lá pra vante do casco (o que não faz sentido).
    Se o livro citasse o exemplo de levar um pouco para ré o T (em vez de levar para vante o C) do ASD/Trator-reverso, passaria a valer o mesmo que foi dito para o trator.
    É isso?
    Obrigado Renato!

    • Esta resposta foi modificada 4 anos, 6 meses atrás por eduardomelnik.
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