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Velocidade relativa correndo com o tempo

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  • Este tópico contém 3 respostas, 3 vozes e foi atualizado pela última vez 6 anos atrás por jchfn.
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    • #2756
      jchfn
      Participante

      Com relação à velocidade relativa, quando correndo com o tempo, eu fiquei na dúvida.
      No nono slide do tópico “Manobra do navio com mau tempo” é dito que é necessário reduzir a velocidade, a fim de que o navio tenha movimento relativo, sob pena de perder a eficiência do leme.
      Já no décimo quarto slide, é dito que é preferível a manobra de correr com o tempo, se for possível que a velocidade relativa das vagas seja baixa.
      Qual é o comportamento correto quando se corre com o tempo? Buscar uma velocidade relativa ou evitá-la?

      Obrigado,
      JC.

    • #2757
      fabio
      Mestre

      João,

      Basicamente, a velocidade tem que ser nem tão baixa que o navio perca o efeito do leme, e nem tão alta que o navio alcance as ondas e desgoverne. Foi isso que o Miguens tentou explicar, mas não conseguiu.

      abs,
      Fabio

    • #2758

      Olhando o material, ele está de acordo com a publicação do Miguens (literalmente).

      Infelizmente, o autor não foi tão feliz assim na explicação.

      Em ambas as situações (correr com o tempo e capear), diminuir a velocidade significa diminuir os contratempos do mar grosso/tempestade, tais como surfar na onda, perdendo estabilidade (correr com o tempo) ou caturrar com fortes pancadas (capear) que seriam ocasionados com aumento de velocidade do navio.
      Diminuir a velocidade também tem a ver com fugir do sincronismo da onda, no caso de correr com o tempo.
      A infelicidade do autor, no meu ponto de vista, é em relação à efetividade do leme, pois correndo com tempo e possuindo uma velocidade menor do que a da onda, a eficácia do leme estará sempre comprometida, pois o movimento relativo será “negativo” (como se o navio estivesse indo a ré). Por isso, se fala no uso de drogue, ferro de popa, etc.
      Em resumo, quando correndo com o tempo o navio vai sempre tentar fugir do sincronismo e terá menor velocidade que as ondas se as ondas forem maior que o comprimento do navio. Se as ondas são menores, o navio pode buscar uma velocidade maior que as das ondas (se possível).
      Logo, busca-se sim alguma velocidade relativa mínima.

      Sds.

    • #2759
      jchfn
      Participante

      Obrigado Renato e Fábio.

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