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efeitos centro de pressão e ponto de tração mais AV para rebocadores na popa

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    • #3466
      eduardomelnik
      Participante

      Nas páginas 47/48, é dito o seguinte:
      “A more forward lying towing point in a tractor tug results in higher towline forces, but the safety of operations and as a result performance decreases. A more forward lying centre of pressure in ASD/reverse-tractor tugs does not affect tug safety but increases the tug’s performance as a stern tug.”
      Isso também é tratado no slide 21 do capabilities and limitations.

      abreviando:
      T = towing point
      C = centro de pressões
      P = propulsores

      Sobre o trator:
      Termos um T mais AV no trator operando na popa reduz o braço de alavanca C-T (e reduz também P-T mas a proporção P-T/C-T aumenta), o que significa menos energia gasta pra manter posição e, assim, maior força no cabo de reboque. Essa primeira parte está ok. Mas por que a segurança e a performance reduzem?

      Sobre o ASD/trator-reverso:
      Um C mais AV reduz o braço C-T e não altera P-T. Assim, ganhamos na relação P-T/C-T. Não entendo por que não há alteração na segurança. Quando à performance, me parece que melhoraria mesmo (porque a relação P-T/C-T aumentou), mas ficaria incoerente com a afirmativa sobre o trator, que também teve essa relação aumentada contudo sofreu perda de performance.

    • #3476

      Eduardo,

      PT (distância entre propulsor e ponto de reboque) é bom.

      CT (distância entre centro de pressão e ponto de reboque) não é bom.

      Isso parece estar claro para você. Dito isso:

      1 – TRATOR – Deslocar o ponto de reboque para vante no VS, diminui o CT, o que é BOM (diminuir aquilo que é ruim é BOM :-)) e aumenta a força no cabo de reboque. Por outro lado, trazer o ponto de reboque para próximo do centro de pressão lateral a meia-nau aumenta a probabilidade de emborcamento (vide rebocador convencional). Diminuindo a segurança, naturalmente a performance cairá em função principalmente das precauções necessárias ao não emborcamento, posições limites de reboque, etc.; apesar do aumento pequeno da relação PT/CT.

      2 – ASD/Trator-reverso – sua análise está certa. Entretanto, a segurança não é afetada pois o ponto de reboque já está quase na proa. Nesta condição, não há risco de emborcamento. O rebocador no pior cenário ficará afilado à corrente.

      Sds.

      Renato

    • #3484
      eduardomelnik
      Participante

      Acho que entendi (limitando o “é bom / não é bom” para o quesito “capacidade de gerar tração no cabo de reboque”).
      Em ambos os casos, estamos reduzindo CT, o que melhora esse quesito, mas no caso citado do trator (aproximar T do C) o livro considera que se possa aproximar demais e gerar risco de emborcamento, e no caso do ASD/trator-reverso (aproximar C do T) nunca vai aproximar a ponto de gerar esse problema porque pra isso só desenhando um rebocador com um skeg saindo lá pra vante do casco (o que não faz sentido).
      Se o livro citasse o exemplo de levar um pouco para ré o T (em vez de levar para vante o C) do ASD/Trator-reverso, passaria a valer o mesmo que foi dito para o trator.
      É isso?
      Obrigado Renato!

      • Esta resposta foi modificada 4 anos, 6 meses atrás por eduardomelnik.
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