Praticagem no Brasil

Home 2022 Fóruns Rebocadores Portuários (Tug Use in Port) Capabilities and Limitations II Responder a: Capabilities and Limitations II

#2424

Praticoo,

“Se compararmos com o fluxo livre, a esteira do navio tem menor velocidade relativa, causando uma redução da resistência do casco do rebocador, diminuindo sua performance para reduzir a velocidade do navio quando com máquina parada (braking assistance).”

A esteira do navio (wake) é em geral gerada por atrito (cisalhamento) da carena do navio com o fluxo. Logo, este atrito impõe nas camadas mais próximas à carena uma velocidade para vante. Dito isso, essa “esteira” (wake) que vem atrás do navio possui uma velocidade menor que o fluxo livre (região afastada do navio).
Quando o rebocador quer parar o navio, estando trabalhando na esteira (por exemplo o “rudder tug”), ele coloca seus propulsores para ré. Como os propulsores estão operando em uma região (esteira) com velocidade menor que o fluxo livre, eles serão menos efetivos.

Sds.

Renato